Conto erótico: Virando a putinha do técnico de informática negão parrudo

Eu, que sempre fui um cara bem na minha, fechado, comecei a ficar desperto para um lado até antes desconhecido meu. O de um invocado por sexo!

O meu tesão tem aumentado a cada dia que passa. Não sei se porque fiquei solteiro e preso a um relacionamento monogâmico por 10 anos… Talvez seja isso, vai. O meu relacionamento com o meu ex-marido era muito morno. Do tipo casinha de “bonecas”, com a diferença de que estávamos falando de dois homens, que se apaixonaram um pelo outro e que não se largaram mais.

E, na noite de ontem, experimentei uma nova possibilidade. A de ser uma verdadeira putinha na cama. E vamos combinar? Eu gostei. Muito! Em meus 40 anos de vida nunca pensei que eu pudesse fazer isso, mas…

Aconteceu. E foi justamente com o técnico de informática da minha empresa!

Os meus funcionários já haviam ido embora, quando, inesperadamente, o meu telefone tocou. Era ele que, atrasado, precisava levar duas máquinas para consertar.

Quando vi aquele negro, meio parrudo, meio gordo, entrando na sala, imaginei o cacetão dele entrando e saindo da minha boca. Nunca pensei nada disso com ele, mas.. ele estava especialmente gostoso naquele dia. Parecia que eu tinha tomado viagra, sei lá… quando ele começou a falar o meu cuzinho contraia sem parar… parecia que eu tava no cio!

Pedi para ele pegar as máquinas, e, bizarramente, chegou perto de mim e falou. “Se o senhor me mandar embora, tudo bem. Mas, sempre quis ficar sozinho contigo aqui. E agora que eu sei que você separou, queria lhe mostrar algo que vai gostar”.

Fiquei muito espantado, mas… achei o máximo. Timidamente, pedi para ele me mostrar o que seria. E, daquela calça larga, saiu uma tora gigante, marrom, muito grossa e com uma cabeçona soltada para fora. Comecei a, literalmente, salivar, e pedi para ele colocar na minha boca.

Comecei a sugar aquele picão, meio sem jeito… nunca tinha chupado um rolão daqueles!! Estava me sentindo extasiado.

Quando ele sentou no sofá e pediu para eu sentar “no colinho do papai”, eu jamais acreditei que isso seria possível!! Eu estava me sentindo uma mulherzinha, uma verdadeira puta pronta para satisfazer o meu macho.

“Nossa, você tem os biquinhos do peito bem rosinhas. Que nem uma menininha”, disse, abrindo a minha camisa e segurando os meus mamilos.

Quando eu vi, já estava com a pica toda enterrada no cu e galopando que nem louco. Que sensação maravilhosa ser possuído por esse macho moreno… Que tesão. Eu apertava o seu peito e barriga parrudas dura que nem pedras enquanto ele sussurrava bem baixinho no meu ouvido. “Tá gostando de  ser a minha mulher?. Agora vou te colocar de quatro”.

Conforme ele bombou, gozei sem tocar no pau. Eu realmente estava enlouquecido. “Sai daí que eu vou gozar na tua cara de vagabunda”. Foi quando senti aquele esguicho de macho maravilhoso”.

Sentei no chão pensando se aquilo realmente não foi um sonho. Ele pegou a roupa, colocou e disse. “Patrão, não vou pegar as máquinas hoje não. Volto amanhã. Mas, oh.. traz uma calcinha. Porque quero te finalizar de novo”.

Bem estou indo comprar uma. Vermelha. Porque, sinceramente… ser um homem na sociedade uma puta na cama está fazendo a minha cabeça!

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