De recatado a devasso – Cap 1 de 3

Roberto é casado com Marcos há sete anos. O casal, que estava com uma relação morna, descobre uma nova possibilidade de prazer. Preocupado com o casamento, Beto toma uma atitude. 

Sou casado com o Marcos, e sinceramente, não imaginava que a nossa relação sequer passaria do 1º ano. Somos extremamente diferentes em todos os sentidos. Enquanto eu sou mais reservado, conservador ao meu vestir, branquinho, baixinho e magrinho. Já o meu marido é o típico garanhão. Sedutor, bronzeado e falante. Onde ele chega, todo mundo quer estar por perto!

O meu melhor amigo sempre brincou comigo dizendo que a crise dos sete anos, onde muitos casais se separam, também chegaria para nós e que eu precisava ficar atento. “Você tem que ser mais safado, Beto… apimentar a relação! Para de ser bobo! Se não, ele vai procurar outro para pegar de jeito e você vai ficar de lado”, dizia ele, às gargalhadas.

Eu sempre mudava de assunto. Mas nas últimas semanas fiquei com aquilo na cabeça. Porém, não queria ser tão previsível. A nossa relação já estava muito morna e eu, sinceramente, fiquei com receio de abordá-lo sobre o assunto. Transar na praia? Brinquedos diferentes do que a gente já usou? Até que um dia…

– Beto, tô afim de comer um podrão? Bora?, disse Marcos.

Falei para o Beto que eu estava cansado. Tinha trabalhado o dia todo e queria ficar deitado vendo um filminho.

– Chato. Nunca quer fazer nada. Vamos mudar um pouco de ares. Só jantarzinho em lugar top que a gente paga caro e ainda passa fome. Vou sozinho, então.

Sentei na beira do sofá e falei: “Quer saber? Vamos”.

Pegamos o carro e cruzamos a rua onde os trailers de comida já estavam praticamente fechando. Pisando com os pés nas poças, pensava. “O que eu não faço por este cara, viu”?. Até que nos deparamos com o Hamburgão do Junão. Marcos, que adora comer uma tranqueira, sentindo o forte cheiro de carne, ficou salivando e já foi me puxando pelo braço em direção ao local.

“Boa noite. Qual é a boa? Indagou o funcionário raspando a chapa”.

Por um minuto, pensei que o chão iria se abrir. Nunca havia olhado para alguém assim. Aquela voz grossa, os braços parrudos e aquele peitoral de quem carrega sacos no Porto me deixaram de perna bamba. “A gente vai olhar o cardápio”, eu disse.

Pegamos os lanches e, como sempre, meu marido começou a puxar assunto. “Há quanto tempo trabalha aqui? Nossa, que delícia de carne. O que você usa? Moe uma com gordura e outra sem junto pra ficar assim, tão bom? Blá, bla, blá”.

As informações preliminares que nós tínhamos  é de que o homem, chamado Clayton, pasme, tinha só 21 anos. O trailer era do pai e ele estava sozinho naquele dia. “Não vejo a hora de sair daqui para tomar uma cerveja. “Tô aguado! Meu velhos tiveram para a Bahia e tô sozinho. Eu tava namorando até semana passada. A gata caiu fora, meus amigos estão namorando. É foda!”, disse aquele homem gostoso.

O Marcos é cheio de querer fazer amizade com todo mundo. Já o imaginei chamando o rapaz para ir beber em casa. Nessas horas, o garoto já sabia que éramos um casal. Disse que o primo é gay e que ele não tem nada contra. “Adoro ele. É meu irmãozão”, falou com um sorriso de orelha a orelha.

– A gente tá cheio de cerveja no freezer que sobrou do aniversário do Marcos. Vamos com a gente?.

– Claro. Vou fechar e passo lá. Me manda o endereço? Tem problema se eu for cheirando a hamburger, disse Clayton, rindo.

Eu, já pensando naquela possibilidade de ter este macho ainda mais perto de mim, falei para que ficasse muito à vontade. Expliquei que o Marcos é do tamanho dele e que, claro, não haveria problema nenhum em emprestar uma roupa nele… (risos)

Senti meu telefone vibrar. Era mensagem do Marcos. “Você tá saidinho, hein? Não entendi. Será que é o que eu tô entendendo errado, ou você está afim dele”.

Na hora, a oportunidade perfeita de eu entrar no assunto.

“Beto, como a gente vai chegar nele? O cara é hetero. Vai dar merda”.

“Deixa comigo”. Disse para o meu marido, já pensando que, se desse certo, realmente, seria um tesão!

Chegamos em casa. Enquanto nosso recém-amigo tomava banho, Marcos ria da situação. “Tô achando tudo isso engraçado. Você tá muito safado. Confesso que sempre quis te ver mais solto, mas… Nem deve rolar nada. A gente ainda vai apanhar se tentarmos alguma coisa”.

O morenão saiu do banho meio sem graça e já usando a roupa do Marcos. “A minha roupa só cheira a carne. Tem uma área onde eu posso deixá-la?”, falou Clayton, muito sem graça.

Quando olhei pra baixo, vi que o shorts do Marcos estava apertado nele. O volume do seu pau e as bolas era algo de outro mundo. Balbuciei. “Cla…ro. Eu deixo lá”.

Disse para o Clayton sentar na maior poltrona da nossa sala. Falei para ele ligar a TV. Expliquei que o Marcos estava pegando as cervejas na cozinha. “Pode ligar a TV, escolhe o canal que você quiser. Fizemos upgrade no nosso plano de assinatura e tem um montão de coisas. Acho que até UFC”, recomendei.

Cruzando o Marcos na cozinha, ouvimos um: “Oh, yeaaah…”.

– Ahhhhhhhhhhh… Foi mal, disse o garoto, com o rosto todo vermelho.

– Pode deixar aí, se quiser, disparou, Marcos, rindo

Para a nossa surpresa, ele deixou.

– Clayton, tá bem gelada. Pega a cerveja. Se quiser mais, aqui não tem cerimônia. Só pegar.

Quando olhei para o volume do Clayton na bermuda, não tive como disfarçar. Fiquei maluco com aquela tora dura estourando tudo.

Claynton levantou do sofá, tomando a cerveja, e começou a falar em alto e bom som. “Vou jogar a real. Tô muito afim de gozar, porra. Me deu tesão em ver vocês juntos. Fiquei imaginando você, pequenininho, sendo arrombando pelo teu marido. Deve ser uma cadela na cama, né?”.

Quase morri ouvindo aquilo. Queria muito, mas… Como eu iria começar qualquer coisa?

Vinte segundos duraram uma eternidade até que senti a mão do meu marido na minha bundinha. “Olha o que eu faço com ele, Clayton”.

Quando eu vi, estava no chão da sala de 4 e meu marido chupando o meu cuzinho. Confesso que não deu tempo de pensar em mais nada. Quando olhei pra cima, o Clayton estava sem cueca, com aquela pistola morena vindo em minha direção. “Chupa a minha rola”.

Comecei a mamar aquela pica gostosa como se fosse um bezerro. Naquela hora, estava me entregando de corpo e alma para o meu marido e aquele jovem macho safado. “Engole as minhas bolas, puto”, falava Clayton, entre os dentes.

Enquanto sentia a pica e as bolas daquele moleque safado, o Marcos tinha ido no quarto pegar as camisinhas e o lubrificante. “Vai socando ele na boca, garoto. Já já, vou colocar o putinho do meu marido pra kikar”.

Não deu outra. O meu marido sentou na poltrona e me ordenou: “Vem, sentar no colo do papai”.

Comecei a kikar no pau grosso do meu homem enquanto o Clayton fodia a minha boca e dava tapas na minha cara. “E aí, maridão? Tá gostando de ver teu puto engasgando na minha rola”, dizia, dando risada.

– “Isso, safado. Agora eu quero que você coma ele todinho”, murmurou Marcos.

Confesso que tive medo, mas falei. “Me pega de quatro, porra”.

– Aiiiii… Vai com calma, pedi.

“Relaxa esse cu, caralho”.

Senti aquelas mãos passando nos meus mamilos e fiquei extasiado. “Olha, tá piscando o cu no meu pau, puto. Descobri teu ponto fraco, é?”, indagou Clayton.

Fiquei dando para aquele macho sentindo as mãos grossas me apertando. “Tu é um franguinho, mas tem uma rabeta maravilhosa! Isso. Não para de rebolar”, ordenou o meu mais novo macho.

Enquanto o meu marido batia punheta, sentado, vendo tudo aquilo, pediu: “Vamos gozar na cara dele, Clayton?

“É pra já, parceiro”.

Comecei a mamar aqueles dois cacetes, sentindo o peso da foda todo alí. Era um misto de dor e tesão malucos.

– Vou gozar… Oh…”, gemeu o meu marido.

– Abre a boca, caralho, ordenou Clayton.

Senti os jatos dos dois machos escorrendo pelo meu rosto, a boca e o chão da sala.

O final? Hum… Conto para vocês no próximo!

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